quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Deus

Desde muito nova me tenho debruçado sobre a religião versus ciência.
Das muitas vivências e estudos que tenho advogado na minha vida, leva-me a perguntar, a mim mesma, quem descobriu o quê primeiro, visto que, a maior parte dos cientistas, não sendo crentes, defendem ter sido a ciência a provocar o « boom» e daí advir o mundo  e, por conseguinte, a vida na terra - as primeiras formas de vida. Ou seria por acção divina que tudo isso teria sido possível? Eu acredito na parte divina e é nesse contexto que se tem pautado a minha vida desde que me tornei independente para pensar e agir. A partir desse momento, foi sempre a olhar para o céu e falar com DEUS. ELE, é o meu conselheiro e companheiro em todas as horas da minha vida.
Devo aqui expressar que, em certos momentos da minha vida, houve dúvidas em relação à existência de DEUS, aquele DEUS de amor, do qual sempre ouvia falar, pois tudo me parecia tão esquisito, quando havia guerras e morriam inocentes, quando no mundo há tanta fome e, quem sofre  são sempre os mais fragilizados, os mais desprotegidos, os mais inocentes... E, sempre sobrevivem os «grandes», os mafiosos em todo o sentido lato da palavra, os maldosos e, sobretudo, aqueles que só praticam o mal.
Para os meus amigos católicos e para os que têm dúvidas e vacilam entre o agnosticismo e a fé, aqui deixo algumas reflexões e alguns dos meus poemas ( a que chamo ESTADOS DA ALMA) e, espero, sinceramente, que as suas dúvidas se desvaneçam ou mesmo se clarifiquem em relação ao nosso DEUS.

Deus
Passei tanto tempo Te procurando,
Não sabia onde estavas.
Olhava para o infinito, não Te via.
E, pensava comigo mesma, será que Tu existes?
Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentava encontrar -Te nas religiões e nos templos.
Tu, também não estavas.
Busquei-Te através dos sacerdotes e pastores,
Também não Te encontrei!
Senti-me só, vazia, desesperada e descri.
E, na descrença, Te ofendi.
E, na ofensa, tropecei.
E, no tropeço caí.
E, na queda… senti-me fraca.
Fraca, procurei socorro.
No socorro, encontrei amigos.
Nos amigos, encontrei carinho.
No carinho, vi nascer o amor.
Com o amor encontrei um mundo novo.
E, no mundo novo, resolvi viver.
O que nele recebi, resolvi doar.
E, doando alguma coisa, muito recebi.
E, ao receber, senti-me feliz.
E, ao ser feliz, encontrei a paz.
E, tendo paz, foi que enxerguei,
Que dentro de mim é que Tu estavas.
E, sem procurar -Te,
Foi que Te encontrei.
                                                                                       Konnie Sarmento

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Aos Filhos

Abraçar um filho, é como uma pessoa abraçar-se a si mesmo pois, não há nada melhor que ter um filho! Um filho é ânsia de vida e a eternização de nós no tempo. E, a pessoa que perde um filho, equivale a sentir-se amputada, sobrando-lhe apenas o soluço da alma e a esperança de que regresse!
Os pais são pertença dos filhos, mas os filhos não lhes pertencem. Os pais, apenas são «fabricadores» de vidas! E, quando uma mãe gera um filho, e se crê fabricante dessa vida, apenas dá á luz um fugitivo, que é descendência de uma hierarquia, e não é mais do que simples pedaços de morte e vida á mistura!
Muitos filhos até se julgam donos do mundo e de quase tudo, esquecendo-se que são, apenas aprendizes de velhos e de mortos… do futuro!
O que mais dói neste mundo é o desprezo de alguns filhos para com os seus pais. E não são raros os casos em que isso acontece! Quando chega a idade de ouro dos seus pais, «levam-nos para o monte, entregam-lhes a manta e livram-se deles», que é como quem diz: são estorvos nas suas vidas e metem-se nos caixotes, denominados de «lares», sem nunca mais lá aparecerem ou então abandonam-nos nos hospitais, sem direito a «alta hospitalar»!
Conto aqui uma pequena história, que comecei a ouvir desde criança e que dizem ser verdadeira, lá para os lados da terra que me viu nascer:
Quando já não «era interessante», isto é, já não era produtivo e era simplesmente um estorvo, um filho levou o pai para o monte. Chegados ao destino, o filho entregou uma manta ao seu velho pai, despediu-se dele e ia regressar a casa.
O velho senhor, olhou para a manta, levantou os olhos e chama o filho. Este volta-se para trás e ouve o que o pai tem para lhe dizer. O  velho pai, pediu-lhe uma navalha. O filho «sacou-a» do bolso e entregou-lha. Este rasgou a manta ao meio e entregou uma das partes ao filho. Intrigado, o filho perguntou-lhe para que era aquela metade da manta. E o pai respondeu-lhe: -É para ti, meu filho, para quando fores velho!
Compreendendo bem a mensagem do pai, o filho pegou nele ao colo, e trouxe-o de regresso a casa…
 A esses filhos, eu só posso dizer que sinto revolta…


Revolta
Sinto revolta
Dentro de entranhas minhas
Por saber-me desprezada
E abandonada,
Sem isto merecer!

Trabalhando sem cessar, tento acalmar
A mágoa que vai na minha alma,
Como pudesse tudo isto apagar!

Lá fora, a chuva cai
E a solidão sem música,
Que invade todo o meu ser,
Torna-se cada dia mais
Num fantasma que corre e sai
Da minha vida,
Sem parar.
Mostrando a revolta
Dentro de mim contida!
                                                          Konnie Sarmento

A Violência

Escusado será dizer que a violência é um crime. Um crime hediondo nos tempos modernos, em que a mulher tem iguais direitos em relação ao homem.
Serve este blog, para expressar a minha indignação perante notícias que vieram recentemente a público acerca do fecho de uma unidade de apoio às vítimas de violência doméstica e que de um momento para o outro ficaram sem o devido apoio e à mercê dos seus violadores e, também, às manchetes de noticiários em que mulheres são, diariamente, barbaramente mutiladas ou assassinadas pelos seus parceiros, por ciúmes, por desconfianças ou simplesmente pela paciência das mulheres ter chegado ao fim e terem a coragem de pôr fim a uma relação de tortura física ou psicológica. Sim, porque as feridas da «língua» são muito mais que as feridas da guerra!
A violência doméstica, desperta, hoje, muito mais consciências, do que há uma década atrás! Mas, mesmo assim, nem todos os «assassinos» da violência doméstica, são castigados de igual modo! Como dizia alguém: «as leis humanas, são como as teias de aranha. Os insectos pequenos, ficam lá presos (os pobres e indefesos) e os grandes, rompem a teia e saem dela sem custo»!
Nós, seres humanos, somos aquilo que escolhemos ser; aquilo que nos nasce da raiz da nossa liberdade e aquilo que o próximo lança sobre nós. E, dentro daquilo que somos, há muitas fontes e caminhos do viver, fazer e acolher, projectar e consentir, resistir ou render-se!
A  mulher, não é um ser inferior, mas é a que mais sente na pele a violência doméstica, porque ainda há homens que a consideram «escrava» das suas ordens e dos seus prazeres! Mas a única violência saudável e consentida, é aquela que se pratica contra o mal. Essa, é fonte de harmonia e felicidade!
Não há coisa mais terrível do que a violência doméstica, em todas as formas, a maledicência, a calúnia e a infâmia. E, quem dela é vítima, enlameia-se nela. E, por muito que se tente «lavar a imagem», esta atinge a honra, cai dentro da alma e só por força da justiça divina, se pode apagar!

Mulher
Mulher, mulher…
Por uns amada
E por outros desprezada!
Submetida ao jugo do ser amado
E sempre julgada,
Como ser inferior!
Mas a mulher é,
Prelúdio e caminho para a maternidade!
É pedra baselar do seu lar;
É medianeira do amor e da felicidade;
É ser que sabe escutar!
E, só como ela se pode…amar!
Predestinada para mãe,
Contribui para a morte,
Assim como contribui para a vida!
Mas que sorte a sua sina?!
Mulher, mulher…
Para uns, um ser menor,
Para a história,
A pessoa mais enobrecida!
E, só MULHER,
O podia ter sido… MARIA.
                                                            konnie Sarmento

Maria

Maria, é a MÃE De JESUS e, também nossa mãe do Céu. Ela foi mulher, como qualquer uma de nós. Uma mulher em tudo semelhante a qualquer mulher, mas com uma diferença: Ela foi escolhida para a MÃE DE JESUS.
Mas quem é esta Mulher, que o Divino Criador escolheu, para ser a Mãe do Salvador?
Forte: iria calcar o calcanhar da serpente. As lutas do mundo das trevas com o Reino da luz, teriam como principal aliada «uma mulher forte». Olhemos para a fortaleza de Maria: toda entrega, vontade, firme, acompanha o filho ao longe a caminho do calvário!
Como relata Simeão: «vem, Mãe, ver o que fizeram a Teu filho»! Não há palavras para escrever o que acontece quando uma mãe vê o seu filho num momento de dor!
Uma dor ruidosa, alivia-se com lágrimas e gestos, mas esta mãe não podia chorar, porque assim abrir-se-ia mais uma ferida no coração do seu filho.
Todos os filhos, gostam de se mostrar felizes e vitoriosos junto da mãe para que ela tenha orgulho dele, mas Jesus, teve de se mostrar a sua mãe, num momento de dor e sofrimento!!!
Astuciosa: a Ela se confiariam as lutas de todos os tempos!...
Com ela podemos continuar a nossa caminhada, sabendo que será mais fácil, pois com a mãe a nosso lado, tudo tem outra cor. Maria é toda divindade; é sinal de contradição; de salvação e de perdição. MARIA, foi a GRANDE MULHER.


Maria, Mãe de Jesus e Nossa Mãe
Num acto simples e total,
A sua alma está dentro de Deus
E Deus dentro de si.
Envolta num Mistério insondável
Esse Mistério que a envolve,
Penetra e possui,
Ocupa todo o seu ser!
Toda ela é atenção, carinho
E solicitude pelos «irmãos»!
Aquele que lhe deu o ser,
Pediu-lhe licença
Pata se tornar seu Filho!
Maria,
Mulher do silêncio, da humildade e do amor,
Viveu perdida e encontrada
No mar sem fundo
Do Mistério do Senhor!
Ela é Mulher, Mãe, irmã… é Maria!
Toda ela disponibilidade
Receptiva à fecundidade!
Revestida de fortaleza
De atenção e beleza,
Foi Senhora de si mesma,
Antes de ser Nossa Senhora.
                                                               Konnie Sarmento

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Nossa Geração Jovem

Juventude e velhice, são idades irmãs de uma mesma aventura de viver! Chamam à nossa juventude de «geração rasca». Eu não os chamaria assim. Eles não são preparados para a vida , do mesmo modo que o eram ou foram as gerações d’outrora. Hoje, são educados para coisas mais simplificadas, como é o caso dos estudos. Contudo, os nossos jovens de hoje não vislumbram um futuro risonho. Muitos «viram-se» para actividades ilícitas como a droga, as bebidas brancas(os chamados shots) e o suicídio, sem pensarem que a vida, toda ela, é uma sintonia do bem e da verdade. Sintonia que é um estado ou uma posição de encontro com alguém ou alguma coisa. Essa sintonia a que refiro, deve ser com a vida – uma vida regrada e sintonizada com Deus. Não há outra vida depois desta. O que existe é a continuação desta noutro plano, que é o da eternidade…
Para aqueles jovens que, desiludidos com a vida, se atiraram da ponte abaixo e, para todos aqueles que o um dia o pensaram fazer, eu deixo aqui a minha homenagem e o meu contributo para que nunca desistam de viver:

 
Salto para o suicídio
Senhor,
Porque permites a fraqueza da humanidade,
Principalmente desta juventude sem ideal?
Como podem encontrar na morte,
A solução para todo o mal?
Que fraqueza sem beleza!
Que amor com tristeza!
Que vida sem pudor
E que felicidade sem amor!
Porque não aceitam demonstrar - Te,
Que amar - Te,
Não é usar - Te,
Mas apenas ter confiança
E nunca perder a esperança,
De um dia viver no Teu amor?!
                                                            konnie Sarmento

A Nossa Geração Jovem
Todos querem «bater» nesta juventude,
Agora convertida em «geração rasca»,
Esquecendo que outrora, já no tempo de Sócrates,
«A juventude amava o luxo e era mal encarada».

Como diziam os «Velhos do Restelo»
De mentalidade muito atrasada,
«A juventude, zomba da autoridade,
Não respeita os velhos  e é mal educada».

Também os sacerdotes Egípcios,
Escreveram há quatro mil anos:
«os filhos não escutam os pais
E o mundo está quase acabado»!!!

Mas como podem então dizer,
Tão mal desta nossa juventude?
Se já outrora ela era tão fraca,
E o mundo… ainda perdura?

Sim, parece esgotar-se o tempo,
Para esta juventude mal aceite,
Se defender desta alcunha,
De se impor e exigir que se respeite!

Força, jovens desta geração,
Mostrem aquilo que valem!
Porque, ser jovem é um desafio,
Pelo qual… vale a pena lutarem.
                                                                    Konnie Sarmento

O Amor

O AMOR, pode dizer-se que é significado de alegria, bem estar, felicidade, riqueza… No entanto, e por muito estranho que pareça, a palavra AMOR, é muito mal usada e, por vezes brinca-se com ela, pisa-se e mata-se o verdadeiro AMOR.
É pena, pois o AMOR é a melhor coisa da nossa existência; é a doação do nosso melhor órgão. Lembremos que:
«Amar, é dar de presente o nosso coração»
O AMOR, é o resultado de um acto de amor muito importante para o homem porque foi Deus quem fez o homem e lhe deu uma companheira – a mulher – para que, juntos, e pelo AMOR, encontrassem a continuação de si mesmos em seus filhos!
O AMOR, é a primeira e mais autêntica vocação do ser humano. Sem ele, o ser humano converte-se em desumano, egoísta, tirano, sem coração…
Um mundo sem AMOR, é uma região continuamente gelada – um iceberg.
E a vida? Que diremos da vida sem AMOR?
Sem AMOR, a vida é morte, porque não tem sentido, não tem vida!...
«Ama e faz o que queres»
Este ditado antigo, para muitas pessoas, pode ter um significado perigoso e pode significar permissão para se fazer o que se quer, com toda a liberdade! Isto é o maior dos enganos…
O AMOR tem de ser verdadeiro, puro, desinteressado e despretensioso, isto é, sem esperar qualquer recompensa! O AMOR, só se paga com muito AMOR, por isso dizemos que tem de ser recíproco.
O AMOR, é a grande experiência do ser humano, porque começa na existência da sua vida e acompanha-o ao longo dela.
Uma criança é a mais clara demonstração de AMOR entre um homem e uma mulher. É o fruto de amor e não pode ter a sua origem senão no AMOR – no AMOR VERDADEIRO.
Enquanto pequena, a criança passa a viver no amor mútuo de seus pais.
Quando adolescente, começa a sentir o amor traiçoeiro, por vezes um amor desiludido e não correspondido – é o amor por alguém sem ser correspondido, por alguma coisa sem ideal, enfim, a forma do AMOR talvez mais ilusória e sem raiz.
E, quando adulto, se o AMOR é sério e verdadeiro, leva-o à felicidade e ao AMOR legítimo do matrimónio.
O AMOR não é uma coisa simples, pode ser até perigoso, um fardo, uma angústia ou uma culpa. Por isso dizemos que o AMOR tem várias formas e escalas, por estar tão intimamente ligado ao ser humano, à sua alma e ao seu corpo.
Podemos considerar que o AMOR tem três formas: o amor-desejo, que se dirige  especialmente aos egoístas e o seu fim é o prazer; o amor-sacrifício, que é o AMOR de sacrifício ao ser humano (em que se quer a felicidade de quem se ama) e o amor-união, que leva ao matrimónio.
O AMOR, é uma chama que nunca se deve apagar, deve manter-se sempre acesa e ser alimentada, porque o AMOR… é para toda a vida!


Mensagem
No dia de S. Valentim,
O protector dos namorados,
Eu vou dedicar-te um poema,
Por todo o AMOR que me tens dado.

Mas não deves esquecer,
Que este dia não é o único!
S. Valentim é todos os dias,
Para quem…. Se ama muito!

Hoje, tomei eu a iniciativa,
De te dizer que te amo.
Que seja assim por toda a vida,
Sem mentiras e… sem enganos!
                                                                            Konnie Sarmento

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Os Sonhos

Todos nós temos sonhos, e todos nós sonhamos.
Sonhar é repetir na alma aquelas imagens e coisas que nos conseguiram ou conseguem impressionar.
Estamos numa época de sonhos, por excelência: as crianças sonham com o Pai Natal e que este lhes traga o brinquedo ou presente com que sonharam ou a televisão os induziu de que era fantástico!
Os adolescentes, sonham «ser grandes» como os «grandes» e poderem fazer tudo que eles fazem. Os jovens sonham com um futuro risonho, com o final do seu curso para poderem ter um bom emprego e ganhar muito dinheiro, nem que para isso pouco contribuam, pois hoje, busca-se muito o facilitismo, o ser muita coisa e o ter muito!
Aos jovens, interessa mais o TER do que o SER. Eles sonham muito com o TER, sem se preocuparem mais com o SER, esquecendo-se que o SER é essencial, já o TER é acidental, é transitório que passa correndo, sem deixar marcas da nossa presença!
A família sonha com a felicidade e a estabilidade de todos os seus membros.
Já os idosos sonham com uma velhice tranquila. Sonham com a paz e o bem-estar de toda a família. Sonham e esperam pelos beijos dos netinhos e, ensinam-nos que a velhice não é um calvário, mas uma conquista!
Há sonhos bons e sonhos maus durante o nosso sono. Os maus sonhos, são pesadelos incómodos e são aqueles que não nos interessa decifrar. Mas, a todos eles devemos receber com naturalidade, sem nos preocuparmos com o que possam significar!
Por favor, amigos, não deixem nunca de sonhar! Sonhem com a beleza das flores e com a preferência das cores! Sonhem com os passarinhos todas as manhãs a cantar! Sonhem com a vida e com cada instante que vivemos!....
Sonhei…
Sonhei que era feliz,
Mas a felicidade fugiu!
Apanhou-me desprevenida
E procurou outro abrigo!
Sonhei que era rica,
Mas a riqueza nada valia!
Era apenas um sonho
E de mim fugia, fugia!...
Sonhei que era «grande»,
E podia o mundo mudar
Acordei e deparei-me,
Que nem este mundo queria amar!
Sonhos maus e sonhos bons
Todos temos algum dia!
Mas não vale a pena sonhar,
Com benesses desta vida!
                                                             Konnie Sarmento